quarta-feira, 27 de junho de 2012
Sem pantufas, sem moral.
As férias me lembram como é bom acordar tarde e desfrutar da cama até não aguentar mais, acontece isso com quase todos eu acho, menos com a pessoa que vos fala, SUMEMO dou o azar de acordar cedo pra caramba porque estão reformando a minha casa, sei que não é tão difícil dormir enquanto derrubam UMA PAREDE, não, magina super fácil lidar com isso.
Além do privilégio que tenho de acordar cedo é realmente maravilhoso ter de lidar com pessoas (homens, meninos, clubinho do bolinha, garotos) que não conheço logo quando acordo, não tenho nada contra pedreiros é que eu fico realmente apreensiva se por eu receber uma Super Cantada com um simples bom dia que eu possa dar.
-Bom dia seu Zé, já tomou café da manhã?
-Não, vou tomar Toddy, escuta você gosta de Toddy?
-Gosto sim.
-Ainda bem porque posso ser Toddynho seu.
Relaxem rapazes é uma simulação não aconteceu de verdade, nem para a minha auto-estima subir :c
Depois dessa situação imaginária onde supostamente sou atraente o suficiente para receber cantadas fui ver a minha cachorra que até o momento era fofa.
Leia com atenção pois os acontecimentos seguintes ocorrerão com extrema rapidez.
Minha cachorra corre, me derruba, abre a porta, corre mais rápido passa pelo o portão, eu deixo meu irmão no meio da garagem e saio correndo.
Visualizem a cena de eu correndo na rua de pijama e pantufas atrás da minha cachorra, eu a perdi de visão antes de sair na rua, e fui obrigada a desfilar com o meu lindo modelito pela avenida gritando HANNAH!
É claro que tem que ter mais algum obstáculo para a história ficar mais envolvente, enquanto eu estava correndo, gritando e tropeçando atrás da minha cachorra que eu tinha perdido de vista uma mulher me parou e me perguntou absolutamente tudo sobre a minha cachorra, á aquela altura eu já estava quase chorando por que minha cachorra já teria chegado do outro lado do mundo se dependesse daquela
moça.
Por fim subi a rua já chorando sem metade da pantufa mesmo, estava SEM CACHORRA, SEM MORAL, SEM PANTUFAS, SEM NADA. Sorte que minha mãe achou a Hannah e vivemos felizes para sempre.
PS.: Hannah estou de mal de você por ter fugido.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário